Frequenta o Curso de Medicina na Faculdade de Medicina de Lisboa, defendendo tese sobre a histeria na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa e faz ato grande em que é aprovado com 19 valores.

1903 – Passa algumas tardes na cervejaria Jansen, em Lisboa (onde, a partir de 1914, Fernando Pessoa e outros intelectuais darão início à revista «Orpheu»). É nesta altura que os dois colegas de escola (quem?) se decidem pela Medicina. Para Pulido Valente, a escolha foi feita depois de ser operado por Francisco Gentil. Talvez tenha sido a vertente humana deste médico que o atraiu na profissão. Aliás, as questões sociais, e as políticas a elas associadas, estarão sempre presentes na sua vida de

1904 – Faz parte, juntamente com Álvaro de Castro, Campos Lima, Carlos Amaro, Câmara Reis, Tomás da Fonseca e muitos outros, do corpo redatorial da revista Mocidade, em cujo nº1 da primeira série, com data de 1 de Novembro – tinha então 20 anos incompletos – publicou o artigo Geração Nova.

1907 – Foi um dos cabecilhas da greve académica juntamente com o seu cunhado Lúcio Pinheiro dos Santos (link para outra seção deste site) os seus amigos Ramada Curto e os irmãos Américo e Carlos Olavo, durante a ditadura de João Franco.