No passado dia 4 de julho, por iniciativa da Associação Cultural Ephemera e da Fundação Pulido Valente, uma comitiva composta por representantes daquelas duas instituições, visitaram vários locais da cidade de Portalegre e realizaram uma sessão para falar da importância da memória e da preservação do património. Pacheco Pereira, acompanhado de Rita Maltez, pelo lado da Ephemera, e Rui Pulido Valente, representando a Fundação, tiveram oportunidade de ser recebidos pelo Presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, visitar o Arquivo Distrital e entrar nas antigas instalações da Fábrica Robinson, património industrial de grande valor, finalizando o seu percurso pela capital do Alto Alentejo na Cooperativa Operária Portalegrense, espaço que há mais de 120 anos viu nascer uma cooperativa formada por quarenta e um operários da Robinson. O dia terminou com uma sessão para dar a conhecer o trabalho da Ephemera que decorreu na Biblioteca Municipal. Pelo meio, Pacheco Pereira acompanhado por Bentes Bravo (ilustre Portalegrense que muito tem dado à cidade), teve oportunidade de gravar mais um programa para a televisão TVI falando da importância de preservar a memória das localidades através de todo o tipo de documentos e objectos deixados pelos nossos antepassados e criados por nós diariamente. Um dos objectivos da visita era a constituição de um ponto de recolha de material para a Ephemera na cidade de Portalegre. Desde a primeira hora o Instituto Politécnico mostrou interesse em sedear nas suas instalações tal centro de recolha, estando prevista a assinatura de um protocolo que prevê, também, a vinda de exposições da Ephemera a Portalegre.